Home » Articles posted by Paula Lopes

Author Archives: Paula Lopes

III SINEPES vai abordar desafios na educação brasileira

O Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação, Envelhecimento e Sexualidade é um projeto coordenado pelo professor doutor Dário Azevedo dos Santos, da faculdade de Pedagogia do Campus de Castanhal.

Anualmente, o Núcleo promove um simpósio, com o objetivo de apresentar à comunidade os resultados de suas pesquisas. Em 2018, em sua terceira edição, o evento traz a temática “A Epistemologia: compromisso com a mudança em educação e os desafios na atual conjuntura educacional brasileira”.

A programação vai acontecer na Casa da Cultura, em Castanhal, nesta sexta 14 de dezembro, das 8 às 18h, e contará com mesas de debates, lançamento de livro e exibição de documentário. Para conferir os detalhes, clique aqui.

O objetivo do Simpósio é proporcionar discussões, a fim de difundir o conhecimento na expectativa de fomentar a pesquisa acadêmica e o processo formativo na constituição de diálogos permanentes de valorização da diferença.

Os interessados em participar do III SINEPES (Simpósio do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação, Envelhecimento e Sexualidade) podem comparecer ao evento, a partir das 8h ou enviar nome completo e número para contato para o e-mail nepes.cast@gmail.com. Haverá entrega de certificados.

Serviço:
III SINEPES
Data: 14/12/2018
Horário: 8 às 18h
Local: Casa da Cultura (Trav. Senador Lemos, 749 – Castanhal-PA)
Mais informações: Andressa Aleixo – 99977.2797

Texto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal
Imagem: Divulgação NEPES

 

 

Coordenadoria de Tecnologia da Informação divulga resultado final da seleção de bolsista

A Coordenadoria de Tecnologia da Informação torna público o resultado final da seleção de bolsista para suporte técnico.

RESULTADO FINAL

1 – José Irinaldo Gomes de Farias Junior (selecionado)
2 – Renan Camilo Soares de Souza.
3 – Luan Carlos da Silva Oliveira

 

 

 

Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos realiza primeira qualificação pública da primeira turma do mestrado interdisciplinar

Se para estudantes de mestrado concluir a dissertação é como “parir” um filho, então, a qualificação poderia ser considerada um momento especial dessa gestação, como um importante exame de ultrassonografia, por exemplo.

Nos programas de pós-graduação da UFPA e da maioria das universidades brasileiras, a qualificação nos cursos de mestrado e doutorado é obrigatória. É o momento no qual o aluno apresenta os resultados parciais de sua pesquisa e uma banca, composta pelo orientador e por outros professores que atuem direta ou indiretamente na área pesquisada, irão dar as suas contribuições para a conclusão do trabalho ou, ainda, poderão reprovar o pós-graduando, que terá um prazo para realizar um novo exame.

Cumprindo os requisitos de obrigatoriedade do Exame de Qualificação, o Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA), vinculado ao Campus da UFPA em Castanhal, realizou, na última sexta (07/12), a primeira qualificação pública de sua história.

Criado em 2016 e com a primeira turma de mestrado iniciando suas atividades em 2017, o PPGEAA é o primeiro Programa de Pós-Graduação interdisciplinar do Campus da UFPA em Castanhal e, por isso, todas as pesquisas desenvolvidas pelos mestrandos estabelecem relações com duas ou mais áreas de conhecimento.

“Raiva humana transmitida por morcegos: o que sabe e como se informa a população de Curuçá, um município da Amazônia brasileira” foi o título do trabalho apresentado pela jornalista Etiene Andrade, que fez a primeira qualificação do PPGEAA aberta ao público.

O vice-coordenador do Programa, professor Marcos Seruffo, que participou da banca de qualificação, explicou o caráter interdisciplinar da pesquisa.

“O trabalho da Etiene agrega três grandes áreas: primeiro a parte comunicacional, segundo ele transpassa pela parte da computação e a parte da Medicina Veterinária, que é a terceira área. Então, a partir da junção dessas três áreas a gente consegue ter tem um mapa das informações da população de Curuçá sobre a raiva.”

Etiene Andrade deu mais detalhes sobre o seu trabalho, destacando o que a motivou a iniciar a pesquisa.

“Um trabalho anterior ao meu, realizado no EpiGeo (Laboratório de Epidemiologia e Geoprocessamento), do qual eu faço parte, havia mostrado que muitas pessoas no município de Curuçá haviam sofrido agressões por morcegos. Como o laboratório trabalha com essa questão da doença, da raiva e como eu sou jornalista, nós resolvemos fazer uma pesquisa para saber de que forma essa população se informa e porque essa população é tão vulnerável a esse tipo de agressão”, pontuou a pesquisadora, que também falou sobre os possíveis desdobramentos da sua investigação.

“O trabalho conseguiu identificar os principais meios de informação e nós conseguimos, também, perceber que essa população sabe muito pouco sobre a raiva. Essas informações não têm chegado adequadamente. Então, com essa avaliação que fizemos, pretendemos, a partir desses dados, propor ações que possam ser mais efetivas para gerar um comportamento preventivo nessa população que vem sendo agredida, mas que não procura ajuda médica, que não tem os cuidados necessários com o ferimento dessa agressão feita pelo morcego, e que não sabe que a agressão por morcego pode causar a raiva”, concluiu.

E não é somente a população de Curuçá, no Pará, que não tem acesso a informações corretas e claras sobre a doença. De acordo com a orientadora da dissertação da jornalista Etiene Andrade, a professora Isis Abel Bezerra, mesmo com um surto de raiva humana, ocorrido no Brasil nos anos de 2004 e 2005, muita gente desconhece o assunto.

“Há cinco anos, uma profissional da área de Vigilância em Saúde de um município da região do Salgado me procurou para fazer o mestrado. Ela me contou que via que muitas pessoas eram agredidas por morcego naquele município, São João da Ponta, e que não buscavam um atendimento. Nós ficamos preocupados com a situação, de que essas agressões são banalizadas pela população e começamos a investigação”, relatou a professora, que orienta diversos trabalhos, que procuram pesquisar, sob diferentes enfoques, a questão da raiva humana transmitida por morcegos.

“Acabamos descobrindo que, na verdade, as pessoas eram agredidas também em outros municípios, essencialmente em Curuçá, na área da reserva extrativista. Isso está gerando todos esses trabalhos. Nós estamos investigando diferentes aspectos para tentar resolver esse problema da falta de informação, da falta de prevenção”, finalizou a professora Isis Abel Bezerra.

Seleção 2019 do PPGEAA – A seleção para turma de mestrado 2019 está em andamento. No início do mês foi divulgado o resultado da prova escrita. Os candidatos podem acompanhar todas as etapas no site http://www.ppgeaa.propesp.ufpa.br.

Texto e foto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal

 

 

Processo Seletivo para bolsista da Secretaria Executiva: resultado da prova prática

A Comissão responsável pelo processo seletivo para bolsista da Secretaria Executiva do Campus de Castanhal informa o resultado da análise dos currículos dos candidatos inscritos:

Caroline Oliveira Farias
Deyse Lohanny da Silva Feitosa
Geiziane Ferreira de Lima
Heliton José Campos Morais
Jefferson da Silva Alves
Luís Otávio da Silva
Mayara Klenida Amorim da Silva
Rosalice Queiros dos Santos
Renato Antônio dos Santos Corréra
Sandra Sueli Dias Coelho

A Comissão informa, aos candidatos aprovados nesta etapa, que a entrevista ocorrerá no dia 13/12/18 (quinta-feira), às 9h, no Auditório do GETI. É necessário chegar com antecedência de 30 minutos do início da entrevista.

Castanhal, 10 de dezembro de 2018.

A Comissão

Williane Brasil dos Santos
(Secretária Executiva)

Márcia Cristina Trindade dos Santos
(Coordenadora da Infraestrutura)

Simone Correia Ribeiro
(Assessora da Coordenação do Campus)

Professor da Faculdade de Pedagogia lança livro sobre suas pesquisas de doutorado

“Vias e trajetos de escolarização de sujeitos homoafetivos velhos”. Esse é o título do livro que será lançado em dezembro, de autoria do professor Dário Azevedo dos Santos, da Faculdade de Pedagogia do Campus da UFPA em Castanhal.

A obra é fruto das pesquisas do doutorado, concluído pelo docente em 2015 pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Pará.

O professor Dário Santos comenta aspectos que considera relevantes na publicação. “Durante o doutorado, eu priorizei estudar sujeitos homoafetivos velhos. Então, esse livro vem retratando um pouco a luta de resistência desses sujeitos nos processos de escolarização, na família, nos espaços institucionais, onde muitas vezes estão sendo silenciados, agredidos e tendo seus direitos reduzidos no cotidiano”, explica.

Ainda de acordo com o professor Dário, os docentes que estavam em sua banca de defesa do doutorado recomendaram que a tese fosse transformada em livro, para que mais pessoas tivessem acesso à pesquisa.

“Espero que aqueles que têm interesse nesses estudos sobre envelhecimento possam se deleitar com essa leitura e fazer suas observações. Espero, ainda, contribuir com a sociedade local para o entendimento sobre uma cultura ética do envelhecimento”, conclui o professor.

O lançamento ocorrerá no dia 14 de dezembro, na Funcast – Fundação Cultural de Castanhal / Casa da Cultura, a partir das 17h.

Texto e foto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal

 

 

Diretoria do Centro Acadêmico de Matemática é empossada

Tomou posse na manhã desta quarta, 05, no Auditório Nazaré Sá do Campus de Castanhal, a diretoria do Centro Acadêmico de Matemática (CAMAT), escolhida por meio de eleição, da qual participaram os discentes do curso.

A mesa de abertura foi composta pelo presidente e pela vice-presidente do CAMAT, respectivamente, José Neto e Bárbara Dias, além da diretora da Faculdade de Matemática e do vice-coordenador do Campus, professor Bruno Lyra, que destacou a importância da criação do Centro Acadêmico.

“Essas são iniciativas que todos os cursos deveriam ter: de criar um centro acadêmico, de participar das discussões dentro e fora do Campus, de se envolver nas questões administrativas, enfim, em tudo o que existe na nossa rotina dentro da Instituição. É importantíssimo o engajamento político dos estudantes”, concluiu o vice-coordenador.

A diretora da Faculdade, professora Kátia Liége, também mencionou a relevância dos discentes na construção de uma universidade melhor.

“Eu penso que a força da universidade pública são os alunos. É muito bom poder compartilhar desse momento e eu deixo uma mensagem: vamos utilizar cada vez mais o pronome ‘nós’, porque aqui temos um grupo e é com esse ‘nós’ que vamos poder reivindicar melhorias não só para o curso, mas para o Campus como um todo”.

Foi justamente sobre essas reivindicações, que falou o presidente do CAMAT, José Neto, que enumerou, ainda, quais serão as ações desse grupo que tomou posse hoje.

“Queremos apoiar os discentes do curso, bem como a direção da Faculdade. Também pretendemos apoiar o Campus e ajudar no seu crescimento com projetos e eventos. Iremos levantar uma pauta para apresentar ao Conselho do Campus para que possamos conseguir um espaço adequado para o funcionamento do CAMAT. Marcamos uma reunião para definir o nosso plano de trabalho anual, o qual será revisado a cada três meses. Queremos, também, levar os discentes para eventos fora do Campus de Castanhal. Também faremos o registro no CAMAT no site da União Nacional dos Estudantes.”

Quem também participou do evento de posse do CAMAT foi o coordenador geral do Diretório Central dos Estudantes da UFPA, David Lima, aluno do Curso de Engenharia Elétrica do Campus de Belém. Ele falou sobre a responsabilidade dos diretórios e dos centros acadêmicos.

“Essa universidade é grande e tem toda uma história de luta e resistência. E o nosso papel é discutir esse projeto de universidade, discutir a nossa formação dentro desse espaço e pensar: a quem serve todo esse conhecimento que é produzido aqui dentro? Partimos do princípio de que esse conhecimento serve para o desenvolvimento da Amazônia, serve para o desenvolvimento socioeconômico e serve para que outros também possam usufruir desse espaço. Por isso é nosso dever lutarmos por uma universidade pública, gratuita e de qualidade.”

Após as falas e as assinaturas no termo de posse, a cerimônia encerrou com um coffee break, do qual todos os presentes puderam participar.

Os interessados em colaborar com o CAMAT e conhecer as suas ações, podem visitar o perfil no facebook, no endereço: https://www.facebook.com/camatufpa.castanhal.5.

Texto e fotos: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal

 

 

Universidade no Quilombo promove 8º Natal Quilombola e 8ª Kizomba Pedagógica

O programa de extensão Universidade no Quilombo, vinculado à Faculdade de Pedagogia do Campus da UFPA em Castanhal, realizou, no último sábado (01/12), a oitava edição do Natal Quilombola e da Kizomba Pedagógica, na comunidade de Itaboca, em Inhangapi/Pa, sob a coordenação do professor Assunção Amaral.

“O Natal Quilombola tem uma estrutura contínua, mas se diferencia, a cada ano, na sua realização, na questão dos participantes e dos convidados e na programação. É muito importante destacar que as comunidades quilombolas vêm assumindo as atividades. Os grupos de capoeira, o grupo de mães, as escolas cada vez mais vêm assumindo a parte da programação principal e esse é o diferencial”, informou o coordenador do programa.

A programação envolveu atividades culturais, oficinas, brincadeiras e distribuição de brindes para a comunidade de Itaboca, na ocasião, representada pela presidente da Associação Quilombola, Raimunda dos Santos Sá. Ela falou sobre as contribuições do evento.

“É muito importante o Natal Quilombola para o desenvolvimento das nossas crianças, dos nossos jovens, dos nossos idosos. E é muito gratificante poder expor as nossas apresentações, os nossos temas, a nossa negritude. Esse evento ajuda a nossa comunidade a estar mais unida com outras comunidades quilombolas que estão participando.”

Além do coordenador Assunção Amaral, o professor Francisco Valdinei dos Anjos, que também atua na faculdade de Pedagogia, participou da programação. Ele destacou o papel social da UFPA.

“A Universidade não nasce apenas como uma instituição que lida com a produção e circulação de conhecimento e a partir daí, com a formação de uma nova geração de profissionais. A Universidade está inserida no contexto social, no qual deve assumir um papel político. Então, a extensão, muito mais do que os projetos de pesquisa, tem essa característica, de fazer com que a universidade chegue aos mais diferentes lugares e estabeleça um diálogo entre aquilo que ela tem em termos de produção do conhecimento e os contextos nos quais ela atua.”

E é justamente esse diálogo, essa parceria sólida com a sociedade, voltada para a atuação e interação entre Comunidade e Universidade, um dos objetivos principais do Programa Universidade no Quilombo, pelo qual já passaram diversos alunos, especialmente do curso de Pedagogia da UFPA, como Elane Cristina Monte Lima, ex-bolsista, que relatou o significado de sua atuação nas ações do Programa.

“Esse projeto foi o meu divisor de águas. Ele fez parte de toda a minha formação durante o curso de Pedagogia. Hoje eu continuo como voluntária porque estar aqui no Quilombo de Itaboca é participar de uma segunda família. Conhecer essas pessoas foi muito importante para a minha formação.”

Quem também já atuou como bolsista e hoje segue como voluntário é o professor José Rodrigo dos Santos. Ele contou um pouco da sua história dentro do Universidade no Quilombo.

“Eu iniciei no programa há 8 anos, a partir da disciplina Antropologia da Educação, onde os alunos foram instigados a virem a uma comunidade quilombola, conhecer a realidade e desconstruir um pouco a imagem de quilombo como um lugar de negros fugidos. Então, desde 2011 a gente vem fortalecendo a parceria com a comunidade de Itaboca e vem organizando atividades de valorização da cultura afro-brasileira.”

A programação de natal é mais uma das várias ações da UFPA dentro do quilombo. Desde a sua criação, o Programa Universidade no Quilombo desenvolve, ao longo de todo o período letivo, atividades socioeducativas e culturais; visitas programadas de turmas; oficinas com recursos naturais; formação de professores; produções de relatórios, artigos, livros e materiais audiovisuais.

Para conhecer mais sobre o Programa, acesse:

Fan page: https://www.facebook.com/universidadenoquilombo/

Canal no youtube: https://www.youtube.com/channel/UCkUxWq6OQbg5hJ0HkS3Sfkg

Site: https://universidadenoquilombo.wordpress.com

Texto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal
Fotos: Tiago Ferreira

 

 

Projeto da Faculdade de Educação Física vai realizar atividades práticas em Inhangapi

Proporcionar aos discentes processos de ensino e aprendizagem para além dos muros da universidade é uma prática presente nos currículos dos 8 cursos de graduação do Campus da UFPA em Castanhal.

Corroborando com esse princípio, de levar os alunos a refletirem sobre os conhecimentos tratados em sala de aula, vivenciando-os na experiência prática e concreta, a Faculdade de Educação Física propôs o projeto EDUCAÇÃO FÍSICA, ESPORTE E ESCOLA: Cultura corporal e práticas pedagógicas para a formação humana.

As ações do projeto serão executadas no dia 14 de dezembro, em Inhangapi/Pa e irão atender a estudantes do ensino fundamental da Escola Estadual Professor Antonio Marçal e da Escola Municipal Aristides Santa Rosa.

Turmas de Educação Física da UFPA dos anos de 2015 a 2018 irão promover, sob a coordenação de 8 professores do curso, as seguintes atividades: oficina de nutrição, alongamento e flexibilidade, natação em águas abertas, jogos populares, avaliação física, festival de jogos de rua, vivências corporais, conhecendo o badminton, brincadeiras populares da primeira metade do século XX e oficina de dança.

Um dos vários objetivos do projeto é oferecer experiências pedagógicas no âmbito da cultura corporal, especialmente nos conteúdos de esporte, jogos, brincadeiras, dança e lazer para estudantes de escolas públicas do município de Inhangapi/Pa.

A partir das atividades, os professores orientadores poderão construir processos pedagógicos interdisciplinares, além de aprofundar conhecimentos teóricos e práticos aos graduandos de Educação Física dos diversos estágios de formação.

Para conhecer o projeto na íntegra e saber como cada atividade será desenvolvida, clique aqui.

Texto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal
Imagem: Divulgação do projeto

 

 

 

Divulgado o resultado da prova escrita do Mestrado em Estudos Antrópicos na Amazônia

A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA) da UFPA – Campus de Castanhal divulga os nomes dos candidatos aprovados na prova escrita do processo seletivo para o curso de Mestrado, turma 2019.

Resultado – Linha de Pesquisa: Linguagens, Tecnologias e Saberes Culturais

Resultado – Linha de Pesquisa: Ambiente, Saúde e Práticas Culturais

Os interessados/as em interpor recursos, devem fazê-lo entre os dias 4 e 5/12/2018, conforme as condições determinadas em edital.

Os aprovados na prova escrita devem observar, no edital, as condições para participarem da próxima etapa do Processo Seletivo 2019.

Processo Seletivo para bolsista da Secretaria Executiva: resultado da análise dos currículos

A Comissão responsável pelo processo seletivo para bolsista da Secretaria Executiva do Campus de Castanhal informa o resultado da análise dos currículos dos candidatos inscritos:

Caroline Oliveira Farias
Deyse Lohanny da Silva Feitosa
Geiziane Ferreira de Lima
Heliton José Campos Morais
Jefferson da Silva Alves
Luís Otávio da Silva
Mayara Klenida Amorim da Silva
Rosalice Queiros dos Santos
Renato Antônio dos Santos Corréra
Rebeca Hilda Furtado Costa
Sandra Sueli Dias Coelho

A prova prática ocorrerá no dia 07/12/18, às 10h, na sala 04 do Prédio Central. A Comissão solicita que os candidatos cheguem com antecedência de 30 minutos do início da prova.

A Comissão

Williane Brasil dos Santos
(Secretária Executiva)

Márcia Cristina Trindade dos Santos
(Coordenadora da Infraestrutura)

Simone Correia Ribeiro
(Assessora da Coordenação do Campus)