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Seminário na UFPA/Castanhal vai discutir metodologias para educação étnico-racial

O Projeto Ludicidade Africana e Afro-brasileira (LAAB), o Grupo de Estudos Sociedade, Cultura e Educação (GESCED) e o Programa de Extensão Universidade no Quilombo do Campus de Castanhal (UFPA), promovem um dia de debate sobre estratégias para a consolidação de uma educação antirracista.

O Seminário  “Pesquisas e metodologias para educação étnico-racial e superação do racismo estrutural” ocorrerá no dia  13 de maio de 2019, no Auditório do GETI, Campus de Castanhal, das 9h às 12h e das 14h30 às 17h. A programação será composta por mesas-redondas, lançamento de livros, coquetel e apresentação cultural.

O evento objetiva debater e apresentar resultados de pesquisas e ações realizadas pelo projeto LAAB, pelo Gesced e pelo Programa Universidade no Quilombo – que neste dia completa 13 anos de ações –, bem como enfatizar a luta e o protagonismo do movimento negro nas conquistas e na manutenção de direitos sociais.

O evento marcará, ainda, o lançamento de dois livros voltados à temática étnico-racial:

O e-book “Mancalas e Tabuleiros Africanos: Contribuições Metodológicas para Educação Intercultural” da professora Dra. Débora Alfaia da Cunha. O E-book tem como objetivo favorecer a produção de materiais didáticos lúdicos para a educação das Relações Étnico-Raciais, em conformidade com as 10.639/03 e 11.645/08.

O livro “Temas de Sociedade, Cultura e Educação na Amazônia Brasileira do Século XXI”, organizado pelo professor Dr. Assunção José Pureza Amaral Coordenador do Gesced e do Programa Universidade do Quilombo, que formam o Núcleo de Estudos Africanos e Afro-brasileiros (NEAB) da UFPA Castanhal. Esse será o terceiro livro do Programa e tem como objetivo socializar experiências socioeducacionais de ensino, pesquisas e eventos de extensão.

As inscrições podem ser feitas no dia e local do evento.

Para conferir a programação, clique aqui.

Texto: Divulgação

Vídeos do PPGSAAM abordam a guarda responsável de animais de companhia

Muita gente tem ou pensa em ter um gato ou um cachorro de estimação. Mas você sabia que alguns desses animais podem ultrapassar os 10 anos de vida? Por isso é importante estar bem informado ao pensar em comprar ou adotar um animal.

Com o objetivo de trazer informações relevantes sobre guarda responsável de animais domésticos, a professora Carla Cristina Guimarães de Moraes, que ministra a disciplina Zoonozes de Animais de Companhia no Programa de Pós-Graduação em Saúde Animal na Amazônia (PPGSSAM) do Instituto de Medicina Veterinária da UFPA em Castanhal, propôs aos seus alunos de mestrado e doutorado a criação de vídeos sobre o assunto. Ela explica que a ideia é atentar, também, para a inclusão.

“Uma aluna sugeriu que fizéssemos  vídeos focando na inclusão. Como eu já tinha um interesse nesse tema, eu procurei o Núcleo de Acessibilidade do Campus e nós estamos produzindo esse material. Serão vídeos curtos sobre guarda responsável de animais de companhia e Toxoplasmose, com o objetivo de que as pessoas possam entender sobre a responsabilidade que é preciso ter para com os animais, bem como conhecer um pouco da doença toxoplasmose e de que maneira ocorre a transmissão, pois a falta de conhecimento pode levar ao abandono de animais que não são responsáveis pela transmissão do agente”, relata a docente.

Dentre os alunos que estão participando do projeto, a doutoranda Débora Almeida, que contribuiu com textos e confecção de slides, fala sobre a necessidade de os materiais produzidos serem inclusivos.

“É importante toda a sociedade saber sobre a guarda responsável, por isso pensamos nesse vídeo inclusivo. Todos os setores precisam ter essa informação. Se uma pessoa não adotar cuidados básicos com seus animais, pode ocorrer o abandono que pode levar ao aumento de animais errantes dentro da sociedade, que podem disseminar doenças”.

João Paulo Freires, que é bolsista do Núcleo de Acessibilidade, também está envolvido nos trabalhos e explica de que forma vem atuando para auxiliar os alunos de mestrado e de doutorado do PPGSAAM.

“A minha contribuição é mais técnica, na parte computacional de edição de áudio e vídeo. Eles optaram pelo power point, mas eu sugeri outros programas para que fosse possível chegar ao produto final: um vídeo com áudio, para atingir às pessoas cegas e com legenda, pensando no público de pessoas surdas”.

Os vídeos estão em fase final de edição. O primeiro deles já está pronto e foi divulgado no Instagran do Laboratório de Zoonoses e Saúde Pública,  no Hospital Veterinário da UFPA e no facebook oficial do Campus de Castanhal.

Texto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal

Campus da UFPA/Castanhal vai sediar II Seminário “Sexualidade, Dissidências e Insurgências” 

Com o intuito de debater sobre os estudos de gênero, sexualidade e diferença, o Campus da UFPA em Castanhal vai receber, nos dias 15 e 16 de maio, o II Seminário “Sexualidade, Dissidências e Insurgências” (II SESEDI), sob o tema Trajetórias, lutas, violências e direitos humanos. O evento vai acontecer no Auditório Nazaré Sá e o credenciamento está programado para começar às 17 horas do dia 15 de maio.

Promovido pela Universidade Estadual do Pará (UEPA), com colaboração da Universidade Federal do Pará (UFPA), o evento é resultado da parceria entre os grupos de pesquisas: JEDS – Grupo de Pesquisas sobre Juventudes, Educação e Sociabilidades (UEPA), GENSEG – Grupo de Pesquisa sobre Gênero, Sexualidade, Educação e Gerações (UEPA) e GEPEDIDS – Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Discurso, Identidade e Diversidade Sexual (UFPA).

Números – Segundo a “Pesquisa Nacional Sobre o Ambiente Educacional no Brasil 2016”, realizada pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), 73% dos estudantes LGBT já foram agredidos verbalmente por sua orientação sexual, 68% por sua identidade de gênero. O levantamento mostra, ainda, que 60% dos alunos se sentiam inseguros na escola por conta de sua orientação sexual e 43% por sua identidade de gênero.

Muito se tem refletido, nos últimos anos, sobre sexualidade e gênero. Esses assuntos surgiram por meio de lutas, de movimentos feministas em busca de direitos iguais na sociedade, que abriram portas para outros movimentos, como o LGBT. Assim, desde então, diversas pautas foram levantadas e os papéis sociais começaram a ser problematizados pela sociedade.

Diante disso, o Seminário, que será realizado nos dias 15 e 16 de maio, tem como objetivo aproximar pesquisadores e grupos para discutir temáticas de gênero, sexualidade e diferença no Estado do Pará, dando continuidade ao I SESEDI, que ocorreu em 2017 e que teve como tema “Tramas, sentidos, percursos e entraves da cidadania LGBT”.

As inscrições antecipadas e gratuitas serão abertas do dia 15 de abril e vão até 10 de maio e devem ser realizadas no seguinte link: https://goo.gl/HLfW3q. As inscrições para submissão de trabalhos já foram encerradas.

Serviço:

II Seminário “Sexualidade, Dissidências e Insurgências”
Período: 15 e 16/05/2018
Inscrições para o evento: clique aqui.
Para mais informações sobre a programação: clique aqui.

Texto: Elluane Oliveira – Ascom UFPA/Castanhal

 

 

 

 

 

Geira vai exibir documentário “A carta” no Campus de Castanhal

Enviar e receber emails ou cartas são duas atividades muito comuns na sociedade contemporânea. Recebemos contas, boletos, documentos, oportunidades… Mas você já recebeu um relato de como é lidar com transtornos mentais?

É com essa temática que o documentário “A carta” imerge no mundo de profissionais e estudantes que tem o desafio diário de enfrentar a si mesmos para conviver e, simplesmente, viver.

O Grupo de Educação Inclusiva da Região Amazônica da Universidade Federal do Pará (GEIRA/UFPA), com o apoio da Superintendência de Assistência Estudantil (Saest),  vai exibir o documentário no dia 10 de abril, a partir das 10h, no Auditório Nazaré Sá. Após a exibição, haverá um momento para debates.

Podem participar desse momento de aprendizagem, graduandos, técnicos e docentes da UFPA/Castanhal. A inscrição é gratuita e deve ser realizada a partir das 9h30, no local do evento.

Sinopse: O documentário “A carta” é um mergulho na subjetividade de estudantes universitários e jovens profissionais que enfrentam depressão, bipolaridade e outros transtornos mentais. O fio condutor da narrativa é uma carta escrita por um jovem universitário, que narra o seu cotidiano no enfrentamento desta problemática, cada vez mais comum em nossa sociedade. O filme também faz uma reflexão sobre o papel, o preconceito e os limites da Universidade, da família e dos amigos, na perspectiva de encarar o tema. Com encenações e depoimentos, os personagens compartilham o cotidiano acadêmico, suas experiências, sentimentos e perspectivas para o futuro. “A carta” deixa uma mensagem para quem precisa aprender a conviver com os transtornos da mente. “A carta” teve sua produção no ano de 2018 e a duração é de 22 minutos.

Serviço:

CINE DEBATE “A CARTA”
Data: 10/04/2018
Horário: 10 às 12h
Local: Auditório da UFPA-Castanhal

Texto: Divulgação GEIRA

 

 

 

 

Grupo de Educação Inclusiva da Região Amazônica promove: VAMOS FALAR DE INCLUSÃO?

“Vamos falar de inclusão?” é um evento do GEIRA, em parceria com o Movimento de Pessoas com Deficiência de Castanhal, com o objetivo de apresentar aspectos legais da inclusão, a escola na perspectiva inclusiva, os profissionais que atendem os alunos com deficiência na escola e na área da saúde, bem como esclarecer as dúvidas da sociedade Castanhalense, principalmente pessoas com deficiência e seus familiares.

Data: 22/03/2018

Horário: 08 às 12h

Local: Auditório da Igreja de São José

Endereço: Alameda da Matriz, Centro, Castanhal – PA.

PROGRAMAÇÃO

08-08h30 Inscrição

08h30-10h Mesa redonda “Inclusão escolar em Castanhal”

Drª Mariela Hage (Ministério Público)

Prof. Esp. Orlando Santana Junior (SEMED)

10-10h30 Intervalo

10h30-12h Palestra “A inclusão escolar de alunos com Síndrome de Down”

Profª. MsC. Scheilla Abbud (UEPA)

Observações: Haverá certificação de 4h. O limite de vagas no auditório é de 200 pessoas.

Informações: GEIRA UFPA

Candidatos indígenas e quilombolas participam da fase de entrevistas do PSE 2018

O Processo Seletivo Especial 2018 (PSE) da UFPA, que teve as inscrições encerradas em 2017, é destinado a ofertar duas vagas em todos os cursos de graduação da universidade para indígenas e quilombolas.

Os candidatos inscritos já passaram pela fase da prova escrita, na qual tiveram que desenvolver uma redação e, agora, estão na fase das entrevistas, onde é realizada a análise do Histórico Escolar do Ensino Médio ou declaração de conclusão do Ensino Médio, devidamente acompanhada do Boletim com as notas em cada disciplina e da Declaração de Pertencimento.

Os alunos que escolheram o Campus de Castanhal como local de realização das provas, estão sendo entrevistados nesta quinta e sexta, 22 e 23 de fevereiro.

“Os objetivos são conhecer melhor o candidato e constatar a realidade, o desenvolvimento, a dificuldade e a relação com a comunidade de pertencimento”, pontuou o professor Assunção Amaral, membro da banca avaliadora, ao citar os itens que são observados durante a entrevista e que vão para além dos documentos.

A professora Dalva Santos, que também compõe a banca avaliadora, destaca o papel dessas vagas, direcionadas a candidatos pertencentes a populações tradicionais.

“Compreendendo que o nosso país já ultrapassa 500 anos de história, acredito que estamos pagando uma dívida social importante. Finalmente as universidades se abrem para essas populações. Isso não é uma dádiva, é um direito conquistado. Eu espero que se amplie ainda mais esse tipo de vaga para quilombolas e indígenas”.

A importância dessa seleção também foi destacada na fala do professor Otacílio Amaral Filho, que está em Castanhal, representando a Comissão Permanente de Processos Seletivos (COPERPS).

“Este PSE é direcionado para as populações vulneráveis, então ele tem uma importância social muito grande. Que bom que podemos atender a essas comunidades indígenas e quilombolas, que têm mais risco social, risco econômico, vulnerabilidade de modo geral, com um processo diferenciado”.

Outra componente da banca que entrevista os candidatos é a professora Débora Alfaia, integrante do Grupo de Estudo e Pesquisa em Interculturalidade e Educação (GEPIntE), que discute questões raciais e étnicas, pensando na pluralidade da universidade.

 “É a primeira vez que participo desse processo de entrada de quilombolas e indígenas. E ele é muito importante para garantir a universidade pública, que possa atender às diversidades da Região Amazônica, porque, muitas vezes, a universidade traz o perfil urbano e a UFPA tem que espelhar o que é o Pará. Grande parte da população paraense não está no centro da cidade, ela está ajudando o crescimento desse Estado na zona rural. São populações tradicionais e a universidade precisa garantir essa pluralidade de convivência e de saberes”, destacou Débora Alfaia.

A fase de entrevistas do PSE destinado a candidatos indígenas e quilombolas, por muitos anos, foi realizada apenas no Campus de Belém, mas como neste processo o número de candidatos inscritos para outros campi foi bastante expressivo, os alunos puderam escolher entre as cidades de Abaetetuba, Altamira, Belém, Cametá, Castanhal e Soure, para realizarem a prova de Redação e a entrevista.

O resultado dessa etapa será divulgado no site do Centro de Processos Seletivos, no endereço www.ceps.ufpa.br.

Os candidatos não classificados, que desejarem entrar com recurso, terão prazo de 48h após a divulgação do resultado.

Para mais informações sobre o PSE 2018, clique aqui.

Texto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal

 

 

Estudante de Sistemas de Informação apresenta aplicativo que transcreve palavras da Língua Portuguesa para a Libras na modalidade escrita

A elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma das etapas finais para quem está concluindo uma graduação. Há quem se identifique com um tema, logo no início do curso, mas muitos estudantes têm dúvidas sobre o que abordar e acabam escolhendo a temática do seu trabalho apenas na reta final da graduação.

Não foi o caso de Iuri Ferreira, concluinte do curso de Sistemas de Informação do Campus da UFPA em Castanhal. Em 2016, após se tornar bolsista de um projeto que aborda questões ligadas à inclusão de pessoas com deficiência, ele se identificou com a temática e começou a trilhar os caminhos para a construção do seu TCC.

“Eu me interessei pela inclusão digital, pela acessibilidade, a partir do meu ingresso como bolsista do Núcleo de Acessibilidade. Eu comecei a conhecer de perto as barreiras que as pessoas com deficiência enfrentam e vi a oportunidade de poder ajudar e contribuir com o meu conhecimento. Então, eu comecei a pensar em formas de promover acessibilidade e fazer o bem à sociedade”.

Iuri desenvolveu o aplicativo ConELS, que transcreve palavras da Língua Portuguesa para a Língua de Sinais na modalidade escrita.

“O ConELS busca difundir a escrita da Língua de Sinais, já que é pouco conhecida. Assim, a ferramenta pode ser utilizada por pessoas surdas, mas também por parentes e amigos de surdos e por profissionais de diversas áreas, especialmente da inclusão”, destaca Iuri, que também fala do início do projeto e das vantagens que ele oferece.

“O ConELS começou a ser idealizado em 2016, quando eu estava escrevendo um artigo sobre o Dicionário SignWriting, que é um projeto do Grupo de Educação Inclusiva da Região Amazônica (UFPA). No momento em que foi necessário realizar os testes desse projeto, encontramos muitas dificuldades, pois precisávamos da internet, mas muitas pessoas não tem acesso a ela. Então, eu pensei, juntamente com outros bolsistas e professores, em construir um aplicativo que tivesse as mesmas funcionalidades do DicSig – Dicionário de SignWriting, mas sem a necessidade de conexão com a internet para a sua utilização”.

Além de ser economicamente viável para os usuários, Iuri acredita que o seu trabalho poderá se constituir, no futuro, como uma importante ferramenta no processo de ensino-aprendizagem de pessoas surdas.

“O aplicativo pode ajudar pessoas surdas desde a educação básica. O aluno surdo costuma fazer a adaptação da Língua Portuguesa para a Língua de Sinais. No entanto, a Libras não possui conectivos como “do”, “da”, “o”, “a”, o que dificulta a aprendizagem. O ConELS vai beneficiar a comunidade surda, pois prevê uma escrita baseada na vivência que o aluno tem com a Libras e isso vai facilitar a aprendizagem”, conclui.

O ConELS está em fase de conclusão de testes e, em breve, estará disponível na loja virtual da Play Store, para download gratuito.

Texto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal

II UNI.DI.VERSIDADE vai celebrar a inclusão como garantia de direitos humanos

O II UNI.DI.VERSIDADE será realizado nos dias 01 e 02 de dezembro de 2017, onde será pautada a “Inclusão como Garantia de Direitos Humanos”.

O evento é organizado pelo GEIRA (Grupo de Educação Inclusiva da Região Amazônica) e pelo GEPIntE (Grupo de Estudos e Pesquisa em Interculturalidade e Educação) e celebra o Dia Internacional dos Direitos Humanos, após a Organização das Nações Unidas (ONU) adotar a Declaração Universal do Direitos Humanos como marco legal regulador das relações entre governos e pessoas.

A abertura do II UNI.DI.VERSIDADE e parte da programação do primeiro dia serão no Campus I da UFPA/Castanhal. O credenciamento será às 8h, no GETI. No final da tarde do dia 1º e na manhã do dia 02, o evento acontecerá na Praça do Estrela. Confira aqui os detalhes da programação, que contará com atividades como: mesa-redonda, palestras, exposições, roda de conversa, performance, oficinas, voleibol e futebol para surdos, teatro em Libras.

Os interessados devem realizar inscrição prévia, por meio do link https://goo.gl/forms/O0cS5e0F0n9xwuXB3. Após o preenchimento das informações solicitadas, os participantes devem aguardar o e-mail de confirmação e, na abertura do evento, realizar uma doação de dois desodorantes roll-on (para adolescentes) ou um kit com desodorante e sabonete líquido (para idoso). As doações serão destinadas para o Serviço de Acolhimento Municipal de Castanhal e para a Casa da Fraternidade (Apeú).

Serviço:

II UNI.DI.VERSIDADE
Período: 01 e 02/12/2017
Locais: Campus I da UFPA/Castanhal e Praça do Estrela
Inscrições: clique aqui
Programação: clique aqui