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Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos vai recepcionar alunos da turma 2019

No dia 04 de fevereiro inicia-se uma nova etapa para quem foi aprovado no processo seletivo 2019 para a turma de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia do Campus de Castanhal. Os mais novos alunos do PPGEAA deverão participar da orientação acadêmica e da aula inaugural, que acontecerão na sede do Programa.

Todos os mestrandos (inclusive das demais turmas) e o corpo docente do PPGEAA estão convidados para participar desse momento de interação entre a universidade e a sociedade. Demais membros da comunidade acadêmica, interessados na temática, também podem prestigiar o evento.

Para mais informações sobre a seleção 2019 para o mestrado, clique aqui.

Serviço:
Recepção à turma 2019 do Mestrado em Estudos Antrópicos na Amazônia
Data: 04/02/2019
09 às 12h – orientação acadêmica // 16 às 18h – aula inaugural
Local: Sala 1 do PPGEAA – Cemec (Rua Maximino Porpino, 1000, Centro, Castanhal/Pa)

Texto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal

PPGEAA divulga resultado final da seleção para o curso de mestrado

A Coordenação do PPGEAA torna público o resultado final do Processo Seletivo 2019 para seu curso de mestrado em Estudos Antrópicos na Amazônia.

Os candidatos aprovados deverão comparecer, impreterivelmente no dia 04/02/2019, à sede do PPGEAA (Rua Maximino Porpino, 1000, bairro Centro, Castanhal (PA)), no horário das 9 às 12h, para a orientação acadêmica, o que os habilitará à realização da matrícula.

Abaixo, a relação de aprovados em cada linha de pesquisa:

Linha 1

Linha 2

Texto: Divulgação PPGEAA

 

Divulgado o resultado da entrevista do Mestrado em Estudos Antrópicos na Amazônia

A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA) da UFPA – Campus de Castanhal divulga os nomes dos candidatos aprovados na entrevista do processo seletivo para o curso de Mestrado, turma 2019.

Resultado – Linha de Pesquisa: Linguagens, Tecnologias e Saberes Culturais

Resultado – Linha de Pesquisa: Ambiente, Saúde e Práticas Culturais

O resultado acima não se configura como resultado final do processo seletivo 2019, mas uma das partes constituintes.

Os candidatos aprovados nessa etapa deverão aguardar o resultado final, que será composto pela média da prova escrita, do projeto de pesquisa e da entrevista (eliminatórias), mais a avaliação do currículo lattes (classificatória). O resultado final somente será divulgado no dia 10/01/2019.

Os candidatos que desejarem interpor recurso de revisão da prova de entrevista, deverão protocolar na secretaria do PPGEAA nos dias 2 e 3/01/2019, no horário das 8 às 12h e de 14 às 17h, atentando para o que determina o item 4.3.10 do edital do processo seletivo 2019.

Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos realiza primeira qualificação pública da primeira turma do mestrado interdisciplinar

Se para estudantes de mestrado concluir a dissertação é como “parir” um filho, então, a qualificação poderia ser considerada um momento especial dessa gestação, como um importante exame de ultrassonografia, por exemplo.

Nos programas de pós-graduação da UFPA e da maioria das universidades brasileiras, a qualificação nos cursos de mestrado e doutorado é obrigatória. É o momento no qual o aluno apresenta os resultados parciais de sua pesquisa e uma banca, composta pelo orientador e por outros professores que atuem direta ou indiretamente na área pesquisada, irão dar as suas contribuições para a conclusão do trabalho ou, ainda, poderão reprovar o pós-graduando, que terá um prazo para realizar um novo exame.

Cumprindo os requisitos de obrigatoriedade do Exame de Qualificação, o Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA), vinculado ao Campus da UFPA em Castanhal, realizou, na última sexta (07/12), a primeira qualificação pública de sua história.

Criado em 2016 e com a primeira turma de mestrado iniciando suas atividades em 2017, o PPGEAA é o primeiro Programa de Pós-Graduação interdisciplinar do Campus da UFPA em Castanhal e, por isso, todas as pesquisas desenvolvidas pelos mestrandos estabelecem relações com duas ou mais áreas de conhecimento.

“Raiva humana transmitida por morcegos: o que sabe e como se informa a população de Curuçá, um município da Amazônia brasileira” foi o título do trabalho apresentado pela jornalista Etiene Andrade, que fez a primeira qualificação do PPGEAA aberta ao público.

O vice-coordenador do Programa, professor Marcos Seruffo, que participou da banca de qualificação, explicou o caráter interdisciplinar da pesquisa.

“O trabalho da Etiene agrega três grandes áreas: primeiro a parte comunicacional, segundo ele transpassa pela parte da computação e a parte da Medicina Veterinária, que é a terceira área. Então, a partir da junção dessas três áreas a gente consegue ter tem um mapa das informações da população de Curuçá sobre a raiva.”

Etiene Andrade deu mais detalhes sobre o seu trabalho, destacando o que a motivou a iniciar a pesquisa.

“Um trabalho anterior ao meu, realizado no EpiGeo (Laboratório de Epidemiologia e Geoprocessamento), do qual eu faço parte, havia mostrado que muitas pessoas no município de Curuçá haviam sofrido agressões por morcegos. Como o laboratório trabalha com essa questão da doença, da raiva e como eu sou jornalista, nós resolvemos fazer uma pesquisa para saber de que forma essa população se informa e porque essa população é tão vulnerável a esse tipo de agressão”, pontuou a pesquisadora, que também falou sobre os possíveis desdobramentos da sua investigação.

“O trabalho conseguiu identificar os principais meios de informação e nós conseguimos, também, perceber que essa população sabe muito pouco sobre a raiva. Essas informações não têm chegado adequadamente. Então, com essa avaliação que fizemos, pretendemos, a partir desses dados, propor ações que possam ser mais efetivas para gerar um comportamento preventivo nessa população que vem sendo agredida, mas que não procura ajuda médica, que não tem os cuidados necessários com o ferimento dessa agressão feita pelo morcego, e que não sabe que a agressão por morcego pode causar a raiva”, concluiu.

E não é somente a população de Curuçá, no Pará, que não tem acesso a informações corretas e claras sobre a doença. De acordo com a orientadora da dissertação da jornalista Etiene Andrade, a professora Isis Abel Bezerra, mesmo com um surto de raiva humana, ocorrido no Brasil nos anos de 2004 e 2005, muita gente desconhece o assunto.

“Há cinco anos, uma profissional da área de Vigilância em Saúde de um município da região do Salgado me procurou para fazer o mestrado. Ela me contou que via que muitas pessoas eram agredidas por morcego naquele município, São João da Ponta, e que não buscavam um atendimento. Nós ficamos preocupados com a situação, de que essas agressões são banalizadas pela população e começamos a investigação”, relatou a professora, que orienta diversos trabalhos, que procuram pesquisar, sob diferentes enfoques, a questão da raiva humana transmitida por morcegos.

“Acabamos descobrindo que, na verdade, as pessoas eram agredidas também em outros municípios, essencialmente em Curuçá, na área da reserva extrativista. Isso está gerando todos esses trabalhos. Nós estamos investigando diferentes aspectos para tentar resolver esse problema da falta de informação, da falta de prevenção”, finalizou a professora Isis Abel Bezerra.

Seleção 2019 do PPGEAA – A seleção para turma de mestrado 2019 está em andamento. No início do mês foi divulgado o resultado da prova escrita. Os candidatos podem acompanhar todas as etapas no site http://www.ppgeaa.propesp.ufpa.br.

Texto e foto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal

 

 

Divulgado o resultado da prova escrita do Mestrado em Estudos Antrópicos na Amazônia

A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA) da UFPA – Campus de Castanhal divulga os nomes dos candidatos aprovados na prova escrita do processo seletivo para o curso de Mestrado, turma 2019.

Resultado – Linha de Pesquisa: Linguagens, Tecnologias e Saberes Culturais

Resultado – Linha de Pesquisa: Ambiente, Saúde e Práticas Culturais

Os interessados/as em interpor recursos, devem fazê-lo entre os dias 4 e 5/12/2018, conforme as condições determinadas em edital.

Os aprovados na prova escrita devem observar, no edital, as condições para participarem da próxima etapa do Processo Seletivo 2019.

PPGEAA promove I Seminário de Cultura Popular em São Caetano de Odivelas

Nos dias 29 e 30 de novembro o Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA), vinculado ao Campus da UFPA em Castanhal, vai promover o I Seminário de Cultura Popular dos Bois de Máscaras em São Caetano de Odivelas, município do nordeste paraense, localizado a cerca de 113km da capital, Belém.

Dentre os objetivos da programação está a promoção do diálogo entre os segmentos envolvidos com a produção, gestão e investigação da prática da cultura popular do Boi de Máscaras. Além disso, o Seminário busca levantar as demandas dos praticantes e grupos de Boi de Máscaras; organizar o Fórum Permanente dos Bois de Máscaras em São Caetano de Odivelas e propor a Carta de Odivelas, com diretrizes para o incentivo, preservação e manifestação dessa cultura popular.

Boi de Máscaras – A origem da manifestação da cultura popular do Boi de Máscaras na cidade de São Caetano de Odivelas remonta ao ano de 1937, quando um grupo de pescadores, em retorno de longa estada de trabalho no norte da ilha de Marajó, resolve trazer, deste lugar, uma cabeça de boi, ou quem sabe búfalo, às vésperas do dia de São João, para fazer uma brincadeira de rua. De lá para cá a participação popular nessa manifestação, que é uma variante do Boi Bumbá, só tem crescido numericamente ao longo dos anos. Como autêntico teatro medieval de rua e das praças, o Boi de Máscaras resiste ao tempo porque, mesmo a despeito de sua modernização, observada na incorporação de elementos da mídia, ele não perdeu aquilo que marca profundamente a cultura popular: a solidariedade.

Programação do Seminário:

29/11/2018

18h30 – Abertura

19 às 20h30 – Palestra “Governança Local e Cultura Popular” com Odair de Barros Varela (Universidade do Cabo Verde);  Mediação José Guilherme Fernandes

30/11/2018

08 às 09h – Palestra “Fomento à Cultura Popular”, com José Guilherme Fernandes (PPGEAA/UFPA)

09 às 12h – Grupo de Trabalho em Criação, Produção e Circulação dos Bois de Máscaras

12h – Apresentação da Carta de Odivelas e encerramento

Local

O evento é aberto a todas as pessoas interessadas na temática e será realizado no Núcleo Universitário Prof. Mário Chagas Fernandes (NUSC), que foi inaugurado em 04 de julho deste ano, a partir da parceria entre o Campus da UFPA em Castanhal e a prefeitura de São Caetano, que vai ofertar, já no PS 2019, uma turma flexibilizada de Letras Português, com aulas previstas para julho do próximo ano.

Texto: Divulgação

 

Projeto Crias do Boi promove oficina de desenho

Coordenado pelo Dr. José Guilherme Fernandes, professor e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA), do Campus de Castanhal, com a participação dos mestrandos Adna Maely Oliveira e Rodrigo Monteiro, o Projeto “Crias do Boi: cultura popular e participação comunitária na pesquisa colaborativa do Boi de Máscaras em São Caetano de Odivelas (Pa)” promoveu, no dia 17/11/2018, a segunda parte de oficinas voltadas para a produção de material escrito e visual.

O objetivo das oficinas é ilustrar uma cartilha que será publicada a partir das experiências de adolescentes praticantes da manifestação de cultura popular do Boi de Máscaras, na cidade do salgado paraense.

Prêmio – O “Crias do Boi” foi contemplado pelo VI Prêmio Proex de Arte e Cultura/2017, na linha Memória e Patrimônio, atendendo ao objetivo do edital de estimular a produção cultural enquanto forma de conhecimento e valorização da inserção social. Por isso, a opção da coordenação pelo desenvolvimento de pesquisa colaborativa, que implica em efetiva participação dos praticantes de determinada manifestação cultural como pesquisadores e produtores de sua própria realidade (universo de prática), proporcionando não apenas um retorno ao seu meio, como também a reflexão sobre suas práticas e realidades, visando a sua transformação, agora como produtores de seu saber, não apenas “informantes” ao pesquisador.

Eudes Aquino, artista plástico de São Caetano de Odivelas, destaca a relevância da participação da UFPA em um projeto que resgata a memória e a tradição do município.

“Esse projeto vem valorizar a cultura do nosso município. Ele ajuda a manter viva essa manifestação cultural que é singular no Estado do Pará. É de suma importância a participação da UFPA, pois é necessário que a gente crie um acervo e essa parceria vai ajudar a preservar a memória, em se tratando da cultura do Boi de Máscaras.”

Boi de Máscaras – A origem da manifestação da cultura popular do Boi de Máscaras na cidade de São Caetano de Odivelas, localizada na região nordeste do Estado do Pará, remonta ao ano de 1937, quando um grupo de pescadores, em retorno de longa estada de trabalho no norte da ilha de Marajó, resolve trazer, deste lugar, uma cabeça de boi, ou quem sabe búfalo, às vésperas do dia de São João, para fazer uma brincadeira de rua. De lá para cá a participação popular nessa manifestação, que é uma variante do Boi Bumbá, só tem crescido numericamente ao longo dos anos. O motivo principal da brincadeira é tão-somente o “deixar-se estar” na rua, como mutuca, ou acompanhante, do cortejo que segue, madrugada adentro, os bois, em sua trajetória de “cartear”, ou dançar e receber dinheiro e/ou comidas e bebidas, pelas casas previamente acertadas para que o boi dance e brinque.

Pela comicidade das personagens – o boi, os pierrôs ou mascarados, os cabeçudos ou cabeções, os buchudos –, retratada em suas fantasias grotescas e evoluções hilariantes, é estabelecida uma cumplicidade entre brincantes e mutucas, em jogo que vai da saltitante dança de marchas e sambas, passando pelas investidas do boi contra a multidão, até a curiosidade de saber quem é o brincante que se oculta por detrás das máscaras, e que emite unicamente sons guturais. Como autêntico teatro medieval de rua e das praças, o Boi de Máscaras resiste ao tempo porque, mesmo a despeito de sua modernização, observada na incorporação de elementos da mídia, ele não perdeu aquilo que marca profundamente a cultura popular: a solidariedade.

NUSC – O projeto também conta com o apoio do Núcleo Universitário de São Caetano de Odivelas Prof. Mário Chagas Fernandes (NUSC), parceria entre a Prefeitura do município e a Universidade Federal do Pará, por meio do Campus Universitário de Castanhal. O NUSC foi inaugurado em 4 de julho deste ano, com a presença de autoridades municipais e do reitor da UFPA, Prof. Emannuel Tourinho, e também do Vice-Reitor, Gilmar Silva. O objetivo do Núcleo é estabelecer diálogo e ações entre a universidade e a sociedade e instituições loco-regionais, promovendo a universalização do conhecimento e reconhecendo o protagonismo dos atores locais, com suas práticas e saberes. Para 2019, haverá a oferta de primeira turma de graduação, em Letras, na modalidade intensiva, a partir de julho. O NUSC conta com coordenação acadêmica da UFPA, estando à frente o Prof. Dr. José Guilherme Fernandes.

Texto e fotos: Divulgação

PPGEAA promove roda de conversa nesta quinta

Nesta quinta feira, 8/11, das 8h30 às 11h30, no Auditório do GETI (Campus I da UFPA, no Jaderlândia), haverá a Roda de Conversa “As possibilidades de pesquisas Brasil/Guiana (FR): construção de propostas entre UFPA, UNIFAP e Université de Guyane”.

A atividade contará com a presença da Profa. Me. Mariana Alves, coordenadora de Relações Internacionais do Campus Binacional do Oiapoque (UNIFAP) e da Profa. Dra. Audrey Debibakas, pesquisadora do Laboratório MINEA (Migrations, Interculturalité et Éducation em Amazonie), da Université de Guyane. O evento será mediado pelo Prof. Dr. José Guilherme Fernandes, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA).

PESQUISA INTEGRADA NO ESTUÁRIO AMAZÔNICO – para o Prof. José Guilherme Fernandes, esta é “uma oportunidade única para os discentes não só do PPGEAA, mas do Campus de Castanhal, bem como para os professores, de estabelecermos propostas de pesquisas conjuntas que envolvam nossa realidade estuarina, visto a necessidade cada vez crescente de firmarmos laços com os países e territórios da Pan-Amazônia, pois nossos problemas e soluções são semelhantes”. A proximidade entre o Pará e o Amapá com a Guiana Francesa vai além da vizinhança territorial, pois o Pará e o Amapá abrangem boa parte da Amazônia Atlântica, com especificidades ambientais e antrópicas únicas em relação ao restante do litoral brasileiro, com reflexo direto no território guianense, uma vez que a influência do rio Amazonas é intensa em seus mais de 100 km de turba lançada no oceano, entre o Pará e a Guiana.

Além do caráter socioambiental litorâneo, o platô das Guianas é outro bioma que aproxima o Brasil e o território de ultramar francês, um bioma pouco explorado pela pesquisa científica. Daí as pesquisas do MINEA terem por foco as problemáticas oriundas da diversidade sociocultural e ambiental, a circulação de povos e a patrimonialização da região do platô das Guianas e da bacia amazônica, envolvendo os eixos de pesquisa em: educação, desigualdade e inclusão; construções identitárias e interações; e representações, preconceitos e emergência de discriminações.

Serviço:

Roda de Conversa “As possibilidades de pesquisas Brasil/Guiana (FR): construção de propostas entre UFPA, UNIFAP e Université de Guyane”
Data: 08/11/2018
Local: Auditório do GETI
Horário: 8h30 às 11h30
Observação: Não é necessário realizar inscrição prévia

Texto: Divulgação PPGEAA

Inscrições para o Mestrado em Estudos Antrópicos encerram dia 31 de outubro

O Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA), do Campus Universitário de Castanhal, está com inscrições abertas para o Processo Seletivo 2019, do Curso de Mestrado, até o dia 31 de outubro de 2018.

Para realizar a inscrição, o candidato deverá acessar a página do Programa: www.ppgeaa.propesp.ufpa.br. No site, estão disponíveis: o edital com todas as orientações acerca da inscrição; o Formulário de Inscrição, que consta de dados pessoais do(a) interessado(a); o questionário do Processo Seletivo e, ao final; os links para o anexo de documentação necessária à inscrição. Ao acessar a página do PPGEAA, o candidato terá a notícia sobre o Processo, onde deverá clicar no seguinte link: https://sigaa.ufpa.br/sigaa/public/processo_seletivo/lista.jsf?aba=pprocesso&nivel=S.

Após, será direcionado para a página dos processos seletivos-stricto sensu, do sistema SIGAA, da UFPA. Só então deverá procurar o link do Processo Seletivo do PPGEAA, e após clicar neste, acessará a página específica do processo. Finalmente, terá acesso ao edital e ao Formulário de Inscrição (em “Clique AQUI para inscrever-se”).

MESTRADO EM ESTUDOS ANTRÓPICOS NA AMAZÔNIA – o curso de mestrado do PPGEAA foi aprovado em 2016, na área de avaliação Interdisciplinar da CAPES, iniciando suas atividades em 2017. Atualmente conta com duas turmas regulares, com total de 35 alunos, parte finalizando suas dissertações. O objetivo do Programa é fomentar a formação continuada stricto sensu e a prática em pesquisa a partir da experiência com diferentes sociobiodiversidades e interação de conhecimentos (interdisciplinaridade), mediante a análise, interpretação e proposição de diversos saberes interculturais, com seus discursos e práticas geradas por ações antrópicas na região amazônica. É o primeiro mestrado interdisciplinar do Campus de Castanhal e da região do nordeste do Pará, atendendo não somente a esta região como à região metropolitana de Belém. Em seu quadro atuam doutores e pós-doutores com formação em Letras, Computação, Engenharia Elétrica, História, Antropologia, Filosofia, Educação Física, Medicina Veterinária e Biologia, em diálogo de saberes e conhecimentos.

CONVÊNIOS E PARCERIAS – Para o ano de 2019, o PPGEAA disponibilizará de parcerias nacionais e internacionais. Primeiramente através do Programa de Apoio à Cooperação Interinstitucional (PACI), da UFPA, com o desenvolvimento do Projeto de Pesquisa Pesquisa “Indicadores de Antropização e Governança Local em Amazônia e Cabo Verde”, com a participação do Prof. Dr. Odair de Barros Varela, da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV). Também contaremos com apoio técnico e financeiro mediante o Programa Nacional de Cooperação Acadêmica na Amazônia – PROCAD/Amazônia, que tem por objetivo apoiar projetos conjuntos de ensino e pesquisa, em instituições distintas, os quais aprimorem a formação pós-graduada visando à melhoria da qualidade dos PPG’s vinculados às Instituições dos estados da Região Norte. Em nosso caso, após aprovação de proposta pelo Edital 21/2018, firmamos parcerias com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Finalmente, através do PPGEAA, como Programa propositor, a UFPA firmará, ainda este ano, Convênio de Cooperação Técnica e Científica com a Universidade da Guiana Francesa, o que nos possibilitará construir projetos e promover intercâmbios com este território ultramarino francês.

Texto: Divulgação PPGEAA

 

 

 

 

Professor do PPGEAA se torna membro associado do CIÉRA

O professor doutor José Guilherme Fernandes, docente e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA), do Campus de Castanhal, tornou-se, desde abril deste ano, o primeiro professor da UFPA a ser membro associado do Centre Interuniversitaire d’Études et de Recherches Autochtones (CIÉRA), vinculado ao Polo de Montreal (Canadá).

Este Centro é responsável por estudos e pesquisas em colaboração com comunidades e povos tradicionais e indígenas, além de estabelecer parcerias com universidades em todo o mundo, em perspectiva multidisciplinar e interdisciplinar, com o objetivo de favorecer a plena participação destes povos e comunidades na vida social, econômica e política da sociedade civil.

A partir da filiação, o professor José Guilherme poderá propor projetos de conferência, comunicação e publicação, conforme os eixos de pesquisa do CIÉRA: Cultura e História; Comunidades, Condições de Vida e Desenvolvimento de Recursos; Estatuto Jurídico e Político; e Língua e Transmissão de Saberes. Além disso, o PPGEAA poderá indicar seus alunos como membros estudantes do Centro. O professor também poderá ser co-orientador de projetos de pesquisa e de estudantes de graduação nas universidades vinculadas ao CIÉRA.

Para além dessas possibilidades de parcerias, a vinculação do docente é mais um passo no sentido da internacionalização das ações do PPGEAA.

O CIÉRA é uma entidade civil, reconhecida, desde 2017, como grupo estratégico de pesquisa pelo FRQSC (Fundo de Pesquisa Sociedade e Cultura do Quebec). Congrega as seguintes universidades canadenses: Universidade de Laval, Universidade do Quebec em Montreal, Universidade do Quebec em Ottawa, Universidade do Quebec em Abitibi-Témiscamingue e Universidade de Montreal.

Mais informações: https://www.ciera.ulaval.ca/le-centre/presentation.

Texto: Divulgação PPGEAA