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Metodologias criativas para o ensino de Ciências serão debatidas em palestra no Núcleo Universitário de Curuçá

No dia 15/02/2019, sexta-feira, ocorrerá o I Workshop de Tecnologias para o Ensino de Física, no Núcleo Universitário de Curuçá – Profa. Jacira Nunes Ferreira. A programação contará com a palestra intitulada “Ensino Híbrido e Aprendizagem Criativa no Ensino de Ciências”, realizada pelo Curso de Física do Núcleo Universitário de Curuçá/UFPA, com o apoio dos Campi de Ananindeua e Castanhal.

A palestra será proferida pelo Prof. Sandro Viana, que há dois anos vem desenvolvendo atividades de iniciação científica nas escolas de Educação Básica do município de Ananindeua.

O evento  Contará com a participação dos alunos do Curso de Física do Núcleo Universitário de Curuçá e é aberto ao público em geral interessado na temática. “A intenção da palestra é difundir o tema Ensino Híbrido, que vem sendo bastante discutido e aplicado como metodologias ativas nas escolas brasileiras. Metodologia Ativa faz parte da ementa do componente curricular – Tecnologia para o Ensino de Física, uma excelente iniciativa através da palestra para um amplo debate com os participantes”, destacou o Prof. Dr. Marcos Costa, professor da disciplina.

Programação  O credenciamento ocorrerá às 8 horas. A palestra iniciará às 9h e, às 10h, haverá uma mostra de produtos educacionais dos alunos do curso de Licenciatura em Física do Núcleo de Curuçá.

Inscrições – O evento é gratuito, com inscrições realizadas no ato do credenciamento. Haverá certificado de 5h para os participantes.

Serviço:
I Workshop de Tecnologias para o Ensino de Física
Palestra: “Ensino Híbrido e Aprendizagem Criativa no Ensino de Ciências”
Data: 15/02/2019
Horário: a partir das 8h (credenciamento)
Local: Auditório do Núcleo Universitário de Curuçá – Profa. Jacira Nunes Ferreira
Investimento: Gratuito

Texto: Faculdade de Física/Campus de Ananindeua
Imagem: Núcleo de Curuçá – Divulgação

Tese de doutorado destaca pesquisas desenvolvidas no Clube de Ciências da UFPA/Castanhal

O Clube de Ciências Professor Cristovam Diniz vem atuando, desde 2015, no sentido de implementar um ambiente alternativo de ensino de Ciências e Matemática, em prol da popularização da ciência, da iniciação científica infanto-juvenil e da formação inicial e continuada de professores.

A ideia do Clube surgiu a partir das discussões do Grupo de Estudo, Pesquisa e Extensão FormAÇÃO de Professores de Ciências, coordenado pelo professor doutor João Malheiro, da Faculdade de Pedagogia da UFPA/Castanhal. De acordo com o docente, as metodologias para o ensino de Ciências desenvolvidas dentro do Clube são objeto de pesquisas de alunos de pós-graduação por ele orientados.

“Três dissertações, que tiveram o Clube como locus da pesquisa, já foram defendidas. E, em março, teremos a defesa da tese de doutorado intitulada ‘Desenvolvimento Profissional Docente em perspectiva do ensino por investigação em um clube de ciências da UFPA’, do discente Carlos José Trindade da Rocha, vinculado ao Programa de Doutorado em Educação em Ciências e Matemática (PPGECM). Será um marco de consolidação do Clube como espaço de ensino, pesquisa e extensão”, comemora o professor Malheiro.

O doutorando Carlos José da Rocha conta que desenvolveu o interesse pelo Clube de Ciências, a partir de seu ingresso no Grupo de Estudos.

“Como orientando do professor João Malheiro, recebi o convite para participar do Grupo FormAÇÃO, que discute diversos assuntos científicos. Procurei discutir ideias sobre o ensino por investigação, o que me levou a conhecer e participar do Clube de Ciências Prof. Dr. Cristovam Diniz. Nesses espaços, tive liberdade para expressar minhas ideias, críticas e concepções.”

O discente do PPGECM também explica como contribui com o que é desenvolvido dentro do Clube de Ciências.

“Já colaborei na produção de mais de 40 trabalhos acadêmicos aprovados em eventos locais, estaduais, nacionais e internacionais e em mais de 10 publicações em revistas de Qualis A1 a B3 durante dois anos de curso e de convivências em comunidades, às quais denomino, em minha pesquisa, como Comunidades de Práticas Investigativas. Entendo que minha participação nessas comunidades foi de fazer provocações e possibilitar outros olhares para a prática docente e para o ensino por investigação”.

Carlos Rocha, que também é professor de escolas públicas da educação básica, já pesquisou, em dois mestrados, a experimentação no ensino de química em Castanhal. Uma das pesquisas teve como foco a experimentação e aprendizagem significativa. Já no segundo mestrado, ele se debruçou sobre eficácia do professor na perspectiva do ensino por investigação.

“Logo que concluí o segundo mestrado, entrei no doutorado na UFPA. Ao ver a dedicação e a paixão do professor João Malheiro no sentido de proporcionar um ensino de ciências com alegria e prazer para alunos com vulnerabilidade social, mudei o olhar inicial de pesquisa, sem perder a essência do objeto de investigação inicial. Percebi que o processo formativo dos professores que ali estavam poderia melhorar, considerando o professor como professor-pesquisador. Portanto, a motivação continuou na tese de que o Desenvolvimento Profissional Docente, em perspectiva do ensino por investigação, permite aos professores protagonismo investigativo, reflexão e intervenção na realidade”.

A pesquisa de doutorado que será defendida e apresentada no dia 07 de março, às 9h, no Instituto de Educação Matemática e Científica (UFPA/Belém), sala 119, destaca que o Clube de Ciências Prof. Dr. Cristovam Diniz da UFPA/Campus Castanhal contribui e é uma referência no Brasil em quantidade de publicações na área.

“Como digo, é um laboratório de pesquisa aberto, porém, que precisa ser melhor explorado e aproveitado pelos alunos dos diversos cursos da UFPA/Campus Castanhal, bem como, de trabalhos colaborativos e cooperativos entre os professores do Campus Castanhal”, conclui o professor Carlos Rocha.

O Clube de Ciências funciona aos sábados, das 8 às 11h, no Campus da UFPA em Castanhal e atende a crianças da educação básica (5º e 6º anos) das escolas públicas do entorno da universidade. Para mais informações, entre em contato com o coordenador pelo e-mail joaomalheiro@ufpa.br.

Serviço

Defesa de Doutorado

Título: “Desenvolvimento Profissional Docente em perspectiva do ensino por investigação em um clube de ciências da UFPA”
Discente: CARLOS JOSÉ TRINDADE DA ROCHA
Data e horário: 07/03/2019, às 09h
Local: Instituto de Educação Matemática e Científica (UFPA/Belém), SALA 119

Banca examinadora:

Prof. Dr. João Manoel da Silva Malheiro (Presidente)
Prof.ª Dr.ª Ana Cristina Pimentel Carneiro de Almeida (Membro Interno)
Prof. Dr. Carlos Aldemir Farias da Silva (Membro Interno)
Prof. Dr.ª Maria Helena Altarugio (Membro Externo – UFABC)
Prof.ª Dr.ª Maria Lídia Paula Ledoux (Membro Externo – Campus Castanhal/UFPA)
Prof. Dr. João Batista Santiago Ramos (Membro Suplente – Campus Castanhal/UFPA)

Texto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal
Imagens: Divulgação

Alunos da Faculdade de Computação são convocados para assembleia extraordinária

A Representação dos Estudantes de Computação (RECOMP) convoca todos os discentes (calouros e veteranos) vinculados à Faculdade de Computação (FACOMP) do Campus de Castanhal a comparecerem à Assembleia Extraordinária, que acontecerá às 14h30 do dia 15/02 (sexta-feira), no auditório do GETI.

Os assuntos abordados serão:

– Oficialização do Centro Acadêmico,

– Aprovação do primeiro estatuto,

– Convocação de eleição.

Consulte aqui estatuto da RECOMP.

Texto e imagem: Divulgação

UFPA realiza habilitação dos candidatos aprovados no PS 2019

A realização da habilitação dos aprovados no Processo Seletivo 2019 teve início nesta sexta-feira, 1º, e segue de acordo com o cronograma previsto no Edital N.° 006/2019. O dia, o horário e o local para a entrega dos documentos exigidos para a habilitação variam de acordo com o curso e o campus escolhidos, e podem ser verificados no Edital divulgado pelo Centro de Registro e Indicadores Acadêmicos (CIAC).

A primeira orientação para todos os candidatos é que leiam com atenção o Edital e preencham o Cadastro on-line de Calouros (COC), que deverá ser impresso e apresentado no dia da habilitação, com uma fotografia já colada no cadastro. Com a lista de documentos disposta no Edital, o calouro deve organizar a documentação exigida de acordo com o seu enquadramento e verificar se não falta nenhum documento relativo à comprovação de suas informações, uma vez que, para cada público, há a exigência de uma documentação específica.

“O maior número de indeferimentos no processo de habilitação é pela falta de documentos. Então é importante que façam uma leitura atenta do Edital, principlamente os alunos que concorreram por renda per capita abaixo de 1,5 salário mínimo, pois requer uma série de documentos para cada membro da família entregar”, explica a diretora do CIAC, Julieta Jatahy. Outro erro que acontece com frequência no momento da habilitação é a ausência da comprovação de quitação militar para homens maiores de 18 anos.

Com  os resultados da habilitação, é previsto que até o dia 15 de fevereiro possa ser realizada uma nova convocação para ocupação das vagas que não forem preenchidas em decorrência da ausência ou desistência dos candidatos classificados à habilitação. Fica sob exclusiva responsabilidade dos candidatos acompanhar a publicação dos editais de convocação por meio da página eletrônica do CIAC.

Documentos comuns a todas as categorias – Para efetuar a habilitação, o calouro, independentemente da cota, deve apresentar originais e cópias dos seguintes documentos: CPF; cédula de Identidade (RG); Certidão de quitação eleitoral (para maiores de 18 anos); comprovante de quitação militar (para homens maiores de 18 anos); Histórico Escolar do Ensino Médio; certificado de conclusão do Ensino Médio ou diploma de conclusão do Ensino Técnico integrado ao Médio; comprovante de residência (água, luz ou telefone); uma foto 3 x 4 recente e de frente (já colada no cadastro); declaração de que não possui vínculo com outra Instituição Pública de Ensino e o Cadastro Acadêmico do calouro (COC), preenchido e impresso.

Bonificação de 10% – O candidato beneficiado pela bonificação de 10% deverá comprovar, por meio do Histórico Escolar, que cursou todo o Ensino Médio em estabelecimentos de ensino localizados em um dos Estados da Região Norte: Pará, Amapá, Amazonas, Roraima, Rondônia, Acre e Tocantins.

Cota Renda – Os candidatos classificados em qualquer uma das cotas com renda per capita abaixo de 1,5 salário mínimo devem observar os documentos específicos de cada ocupação, ou desempregado, para cada membro do grupo familiar. De acordo com a situação de cada familiar, há um tipo de documentação a ser apresentada (casado, desempregado, trabalhador do lar, bolsista etc.), conforme o edital.

PcD – A habilitação dos candidatos às vagas de PcD foi realizada nesta sexta-feira, 1º de fevereiro, conforme estava previsto no Edital N.° 007/2019 disponível aqui.

Recurso – O candidato que tiver sua habilitação indeferida poderá recorrer no prazo de 24 horas, contados a partir da data de indeferimento. Para solicitar o recurso, é necessário que ele compareça ao Espaço de Ensino Mirante do Rio, Sala 104, em Belém, ou às Secretarias Acadêmicas dos campi, com os documentos que justifiquem uma nova análise. Recursos solicitados fora do prazo não serão aceitos, e o candidato perderá a vaga.

Os candidatos que não puderem comparecer na data agendada para a sua habilitação também terão o prazo de 24h para impetrar um recurso administrativo. A solicitação, com os documentos exigidos para a habilitação, deve ser entregue na sala 104 do Espaço de Ensino Mirante do Rio, em Belém, ou nas Secretarias Acadêmicas dos campi da UFPA. Os documentos relacionados com a habilitação do candidato serão analisados somente se o recurso administrativo for deferido.

Texto: Maissa Trajano – Assessoria de Comunicação da UFPA
Arte: Mkt ASCOM

Seminário discute propostas de combate ao fechamento de escolas do campo

“Só em 2017, 181 escolas foram fechadas no Pará e a maioria na zona rural. Então, esse seminário é importante porque ajuda a publicizar esses dados. Aqui a gente socializa, expõe. O seminário é esse espaço de sensibilização da população de que a escola é fundamental onde ela se realiza.”

Esse é o relato do professor Salomão Hage (ICED/UFPA), coordenador do Fórum Paraense de Educação do Campo e um dos organizadores do II Seminário de Combate ao Fechamento de Escolas do Campo, ao mencionar os objetivos do evento realizado nesta sexta, 01/02, no Ginásio de Esportes da UFPA/Castanhal.

O evento foi realizado pelo Fórum Paraense de Educação do Campo – FPEC e pelos Fóruns Regionais de Educação do Campo, em parceria com a Universidade Federal do Pará – UFPA e a Promotoria de Justiça da 1ª Região Agrária do Ministério Público Estadual.

A programação contou com grupos de trabalho, que se reuniram para socializar questões referentes à educação em cada local representado no evento, como explicou a professora Eula Nascimento, da Faculdade de Pedagogia da UFPA em Castanhal.

“Nós temos coletivos de diferentes municípios, com diferentes perspectivas sobre a educação do campo e esses grupos de trabalho foram pensados justamente para que as pessoas pudessem colocar as questões que estão impactando a educação na sua cidade”.

A partir das discussões realizadas durante o Seminário, foi elaborado um documento para ser encaminhado ao Ministério Público, às Secretarias Municipais de Educação e às Coordenadorias de Educação do Campo.

“A carta escrita aqui relata as problemáticas de cada comunidade e representa a síntese do pensamento coletivo, que visa o enfrentamento desse fechamento das escolas do campo”, concluiu a professora Eula Nascimento.

Ainda como ação concreta para evitar que as escolas continuem sendo fechadas, o Fórum Paraense de Educação do Campo criou o Disk Denúncia contra o fechamento das Escolas no Campo, sediado no Campus de Castanhal da UFPA e que encaminha as denúncias ao GT Agrário do Ministério Público Estadual.

O coordenador do Disk Denúncia, professor Carlos Renilton Cruz, falou sobre o que preconiza a lei no que se refere ao fechamento de escolas no país.

“Hoje, a legislação brasileira impõe várias questões para o fechamento de uma escola: é preciso ouvir a comunidade, além do Conselho Municipal ou Conselho Estadual e construir um relatório circunstanciado pelo órgão que gesta a educação. O que esse movimento, gerado pelo Seminário, vem cobrar, é que a lei seja cumprida. Antes de se fechar uma escola, é preciso ver o impacto que isso vai causar para a comunidade”, esclareceu.

O vice-reitor da UFPA, professor Gilmar Silva, que também participou das discussões, destacou a importância das escolas do campo.

“Em muitas localidades a única representação do estado é a escola e nesses locais ela extrapola o mero ensinar às crianças: é um espaço onde se encontram as famílias, onde se fazem as celebrações, onde se constroem os diálogos. Por isso, as escolas precisam ser valorizadas, considerando que educação é sempre um bom investimento”.

Texto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal
Fotos: Thiago Bertolino – Ascom UFPA/Castanhal

 

 

UFPA divulga listão do Processo Seletivo 2019

Após o Desembargador Federal Daniel Paes Ribeiro, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região, acatar o recurso da UFPA e suspender a liminar que impedia a divulgação do Resultado do PS 2019, o listão foi finalmente divulgado.

Mais de 88 mil estudantes se inscreveram para concorrer a uma das 7.347 vagas ofertadas pela UFPA neste ano. Para o Campus de Castanhal foram reservadas 430 vagas, sendo que 80 delas oferecidas em municípios que irão receber turmas flexibilizadas sob a responsabilidade do Campus.

Os aprovados devem, agora, ficar atentos aos Editais de Habilitação do PS 2019, que trazem informações sobre a documentação necessária para efetivar o vínculo com a UFPA. Os editais estão disponíveis no site www.ciac.ufpa.br.

Atenção – Segundo o Centro de Registro e Indicadores Acadêmicos da UFPA (CIAC), a maioria dos indeferidos no período da habilitação é de cota renda.  Isso é causado pelo esquecimento de documentos necessários para comprovação de renda.

Outro grande motivo para indeferimentos é a falta de comprovação quitação militar (para homens acima dos 18 anos) e eleitoral. De acordo com o CIAC, o candidato deve apresentar comprovação de votação dos dois turnos das últimas eleições ou, como é mais recomendado por ela, uma declaração emitida diretamente do site do tribunal.

Importância do Edital – O CIAC ressalta a importância dos calouros lerem o edital completo, para evitar perder a vaga por um esquecimento. Após a leitura do edital, caso o candidato ainda tenha dúvidas, é possível enviar questões para o e-mail do CIAC: ciac@ufpa.br.

Texto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal, com informações da Ascom UFPA/Belém
Imagem: Divulgação

Divisão de Assistência Estudantil leva orientações a alunos das turmas do período intensivo

Alunos dos cursos intensivos (intervalares) da UFPA começaram mais um período letivo no dia 03 de janeiro e, no Campus de Castanhal, a equipe da Divisão de Assistência Estudantil (Daest) está realizando visitas às turmas para orientá-las sobre os auxílios existentes para os discentes.

“No momento não há editais abertos para os cursos intervalares, pois a divulgação é prevista para o mês de julho, porém, os discentes foram orientados sobre períodos de inscrições e demais auxílios ofertados por instrução normativa, os quais têm sua publicização mensal, disponível no site da SAEST e no próprio SIGAEST do aluno”, pontuou a psicóloga Jucélia Flexa.

A equipe deu ênfase a auxílios como moradia estudantil, Bolsa Permanência do MEC destinado a alunos indígenas e quilombolas, PES e PROAP, sendo, este último, a oferta de serviços de atendimento/acompanhamento social, psicoeducacional e pedagógico.

“Os alunos interessados podem nos procurar no prédio do Multidisciplinar, onde funciona o Clube de Ciências, ao lado do GETI, no Campus I ou pelo e-mail daestcampuscastanhal@gmail.com”, informou a psicóloga.

As orientações repassadas pela equipe também foram levadas, nesta terça-feira (22), até o polo de Mãe do Rio, onde houve encontros com alunos de Letras, Pedagogia e Sistemas de Informação.

A Daest em Castanhal conta, atualmente, com psicóloga, nutricionista, pedagoga e assistente social.

Para mais informações sobre Assistência Estudantil na UFPA, clique aqui.

Texto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal
Fotos: Divulgação Daest

Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos vai recepcionar alunos da turma 2019

No dia 04 de fevereiro inicia-se uma nova etapa para quem foi aprovado no processo seletivo 2019 para a turma de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia do Campus de Castanhal. Os mais novos alunos do PPGEAA deverão participar da orientação acadêmica e da aula inaugural, que acontecerão na sede do Programa.

Todos os mestrandos (inclusive das demais turmas) e o corpo docente do PPGEAA estão convidados para participar desse momento de interação entre a universidade e a sociedade. Demais membros da comunidade acadêmica, interessados na temática, também podem prestigiar o evento.

Para mais informações sobre a seleção 2019 para o mestrado, clique aqui.

Serviço:
Recepção à turma 2019 do Mestrado em Estudos Antrópicos na Amazônia
Data: 04/02/2019
09 às 12h – orientação acadêmica // 16 às 18h – aula inaugural
Local: Sala 1 do PPGEAA – Cemec (Rua Maximino Porpino, 1000, Centro, Castanhal/Pa)

Texto: Paula Lopes – Ascom UFPA/Castanhal

Técnico do Campus de Castanhal fica em primeiro lugar na categoria contos do Prêmio Sindtifes de Literatura

Anselmo de Sousa Gomes é graduado em Letras – Língua Portuguesa pela Universidade Federal do Pará / Campus de Castanhal e é especializado em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira pela Universidade Cândido Mendes. Atualmente, é servidor no Instituto de Medicina Veterinária do Campus da UFPA em Castanhal.

Anselmo foi premiado em 1º lugar no Prêmio Sindtifes de Literatura, na categoria “Contos”, com a obra “Monstruosa Violência de Sombras”.

A Assessoria de Comunicação conversou com o escritor para saber um pouco mais sobre a sua história.

ASCOM: Anselmo, explique de onde surgiu a paixão pela literatura?

Sempre gostei muito de ler, de narrativas. Quando criança, li muito quadrinho, e depois descobri os livros. Ainda criança, passei a escrever minhas próprias historinhas de quadrinho e contos de terror, muitas vezes colocando meus amigos e eu mesmo como personagens. Mas, literatura mesmo só passei a apreciar aos 19 anos, quando comecei a ler poemas de Fernando Pessoa e livros do Dostoievski. Só então pude compreender que a literatura podia ser muito mais que simplesmente contar histórias.

ASCOM: Quais foram seus primeiros contos ou suas primeiras obras escritas?

Meu primeiro conto foi “A Promessa”, o qual escrevi com 20 anos. Era uma história de amor impossível, ainda cheia de vícios de iniciante e que acabei por enviar a um concurso da UFPA (XII Contistas da Amazônia), em 2001, onde fui selecionado para publicação. O fato de ser selecionado em um concurso literário com a minha primeira obra em prosa escrita me serviu como incentivo para continuar escrevendo.

ASCOM: Explique um pouco do que se trata sua obra “Monstruosa Violência de Sombras”.

É uma história que eu já tinha pensado em contar há alguns anos. Trata de uma mototaxista que também é mãe e que, no Feriado do Sete de Setembro, passa por uma experiência intensa e simbólica. Tento, nesse conto, refletir um pouco sobre a condição feminina em nossa sociedade, e sobre essa “sombra” violenta e opressiva muitas vezes representada pelo masculino, mesmo que indiretamente.

ASCOM: Você já ganhou outros prêmios de Literatura?

Depois do meu primeiro prêmio literário, que foi a seleção para publicação no XII Contistas da Amazônia da UFPA, já fui premiado diversas vezes em outros concursos, inclusive com a publicação de dois livros.

ASCOM: Com a submissão da sua obra feita no Prêmio Sindtifes, você esperava ganhar na categoria “Contos”? Conte como foi sua experiência.

Na verdade, eu não tinha ideia se ganharia ou não. O prêmio abrangia todos os servidores técnico-administrativos das instituições alcançadas pelo sindicato, o que é um universo em se considerando o tamanho do nosso Estado. Dessa forma, não sabia com quem estava concorrendo e nem a capacidade de escrita dos outros concorrentes. Portanto, foi uma felicidade quando soube que era o vencedor, ainda mais com uma obra intensa e visceral com a que escrevi.

ASCOM: No prêmio Sindtifes, você também teve sua obra “Na borda do assombro” aceita como poesia selecionada para publicação, conte um pouco sobre ela.

É um poema que eu havia escrito há algum tempo. Como boa parte dos poemas que escrevo, este tenta se relacionar com o leitor através de imagens. É um poema visual, e ao mesmo tempo onírico. Tem um pouco de solidão e incerteza nele também.

ASCOM: Você já trabalha em próximas obras de literatura? Se sim, pretende submetê-las para próximos concursos?

No momento, estou recolhendo material de pesquisa para um livro sobre entidades, traçando um paralelo com a história política do Brasil, e sobre a contemporaneidade. Pretendo tratar temas como horror, idealização do feminino, futilidade. Serão três histórias distintas, sem ligação entre si. O único ponto em comum são as entidades do folclore brasileiro. Talvez eu submeta a algum prêmio literário, no dia em que concluir. Ainda não tenho certeza.

ASCOM: Como você pretende aplicar o prêmio em dinheiro recebido no concurso?

Vou adequar um espacinho em casa, pra acomodar melhor meus livros, que andam precisando de organização.

ASCOM: Na sua opinião, qual a importância de a Universidade e o Sindicato dos Trabalhadores apoiarem a Literatura produzida por servidores?

Acho excepcional essa iniciativa, pois há, como eu disse antes, um universo gigantesco de servidores que, além do trabalho dedicado à Universidade, também são seres sensíveis e que produzem arte. O fato de a UFPA e o SINDTIFES serem atentos a isso é magnífico e serve como motivador e objeto de destaque da capacidade artística desses servidores.

ASCOM: Faça as suas considerações finais, deixe seus agradecimentos.

Gostaria de agradecer ao SINDTIFES pelo prêmio e pela iniciativa do concurso literário e dizer que, a quem interessar conhecer mais do meu trabalho, mantenho o blog https://tardescausticas.wordpress.com/ (o qual precisa urgentemente ser atualizado), e tenho três livros publicados, os quais ainda estão disponíveis para aquisição, a quem se interessar: Salomão pela Janela (infantojuvenil, publicado através do Prêmio Infantojuvenil Heliana Barriga, do extinto Instituto de Artes do Pará, em 2014), Anticorpo (poemas, publicado pela Penalux, em 2017), e Era Espalhafatoso Amar Naquele Tempo (contos, publicado através do Edital de Prêmios Literários da Fundação Cultural do Pará, em 2018).

Para saber mais sobre o Prêmio Sindtifes de Literatura e conhecer os vencedores nas outras categorias – crônicas e poesias -, clique aqui.

Campus da UFPA/Castanhal vai sediar o II Seminário de Combate ao Fechamento de Escolas no Campo

Para discutir a questão do fechamento de escolas do campo no Estado do Pará, o Campus da UFPA em Castanhal vai receber, no dia 1º de fevereiro, o II Seminário de Combate ao Fechamento de Escolas no Campo. O evento vai acontecer pela manhã no Ginásio do Campus e será realizado pelo Fórum Paraense de Educação do Campo – FPEC e pelos Fóruns Regionais de Educação do Campo, em parceria com a Universidade Federal do Pará – UFPA e a Promotoria de Justiça da 1ª Região Agrária do Ministério Público Estadual.

Números – No período de 2014-2016, dados do Censo Escolar do INEP revelam um total de 1.080 escolas extintas e 1.913 escolas paralisadas no Estado do Pará.

Para evitar que as escolas continuem sendo fechadas, o Fórum Paraense de Educação do Campo criou o Disk Denúncia contra o fechamento das Escolas no Campo, que se encontra sediado no Campus de Castanhal da UFPA, que encaminha as denúncias ao GT Agrário do Ministério Público Estadual.

O Seminário que será realizado no dia 1º tem como objetivo reunir gestores de secretarias municipais e estadual de educação, integrantes de conselhos municipais e estadual de educação, promotores e defensores públicos, representantes de organizações governamentais e não governamentais, de movimentos sociais e sindicais, professores e estudantes das universidades e redes de ensino para refletir sobre o fechamento das escolas do campo no Estado do Pará.

Não é necessário realizar inscrição, prévia.

Confira a programação aqui.

Texto e imagem: Divulgação